Nos intervalos da vida
Arranjo uns segundos
Para pensar como seria
Se cruzassemos os mundos.
Lanço-me de esferográfica desembainhada
Enfrento o que não te digo
Agarro a palavra desamparada
E junto de mim, dou-lhe abrigo.
Não há beijo
Que não possa ser escrito
Nem sonho sem desejo
Que não possa dizer, acredito!
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