Que se poupem as injúrias!
Que se libertem os talentos!
Deixemo-nos de lamúrias,
Para dar vida aos rebentos!
Que se cultive a paz,
No seio da guerra!
Tal como o agricultor faz,
Quando lança a semente a terra!
Que voe o calor materno,
Em carinho e amor!
Que se esqueça o inferno,
Que nos torna fracos na dor!
Que se deixe resplandecer
Entre a angustia e o medo,
A alegria de viver,
Que há-de sufocar o enredo!
Que se libertem os sentimentos
Para dar asas a poesia,
Que fará dos nossos sentimentos
Pura sinfonia!
22/04/06
Muito bom... muito bom, mesmo! Parabéns!
ResponderEliminarBeijinhos*