É a tua casa, é natureza,
simples simplicidade.
Perdeste-te na beleza,
encontraste-te na felicidade.
Abandonas tudo,
Pegas nas jangada de flores
Rumas a Coimbra,
Cidade dos amores.
Deixas para trás o rio,
Chegas a cidade.
Não gostas deste frio
Não estás aqui de verdade.
Largaste o passado,
Apanhaste o cabelo.
És agora doutora
e a tua capa é selo
que esconde a de outrora.
Silêncio,
uma borboleta pousou no teu nariz.
Sorris,
Lembraste de quanto eras feliz.
Largas tudo e foges!
Foges de pés descalços
Soltas o cabelo,
A correr, ou aos saltos
Eras selvagem
e continuas a sê-lo.
Pequena figura
da história e ficção.
És poesia e aventura
fonte de inspiração.
;)
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