16.11.10

Espelho

Este, é o meu fado!
Hoje não escrevo, leio,
este livro do passado.

São capítulos de lembranças,
não são simples histórias
são memórias de criança!

O tempo quis e ditou,
esta forma de ser e estar.
Ficou, sobrou,
a forma de olhar.

Cresci assim,
É a minha aparência
Não a minha essência
Não o que está dentro de mim.

Vejo-me a jogar a escondida,
escondido por detrás da pupila.
Hoje não me vais encontrar,
Hoje vamos ambos ganhar.

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