Perco-me no erro
Vezes sem conta.
Levanto-me do cerro
vou novamente contra.
Tento passar
Pela porta fechada.
Quero estar
Na outra fachada.
Não ha maçanete
Nem buraco na fechadura,
Volto a bater
Sem espada nem armadura.
Volto a bater
volto a sangrar,
Estou sempre a esquecer
Que estou a voltar.
Pactuei,
Sangue pela passagem.
Entrei,
Não estás nesta margem.
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