Vivemos para as coisas, para os objectos, para o material. Mas não deveria ser o contrário? Não deveriam os materiais existir para nós? Se hoje já somos assim, então quem será o objecto no futuro — nós ou aquilo que construímos?
E o que levamos desses materiais? Levamos o tempo perdido, os sorrisos que ficaram por ver, as lágrimas que ficaram por secar. Seremos uma película com frames vazios, com momentos que ficaram por preencher.
— Adaptado da versão original.
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